O nono episódio da terceira temporada sintetiza o que torna o drama jurídico tão fascinante: a luta meticulosa em torno das regras de admissibilidade de provas e da perícia técnica.
O promotor Forsythe apostava grande parte de sua tese nas impressões digitais colhidas em uma mesa de vidro no apartamento da vítima. Contudo, Mickey Haller e Lorna conseguem demonstrar em plenário que os procedimentos de coleta omitiram contaminações e ângulos cruciais do local, desestabilizando o depoimento dos peritos oficiais.
O episódio representa também um momento decisivo para Lorna Crane, que assume protagonismo nas audiências preliminares após sua aprovação na ordem dos advogados, revelando enorme destreza na condução de testemunhas-chave.
A atmosfera ensolarada de Los Angeles em contraste com a tensão dos corredores do fórum confere à narrativa seu charme urbano inconfundível.